Lágrimas, um olhar, um beijo.
Felicidade extrema, que colore minha alma.
Mãos entrelaçadas, passos calmos.
Pisando sobre estrelas, admirando planetas.
Uma pequena parada em Marte.
Grande, majestoso, bonito.
Vermelho. Paixão, sangue e desejo.
E quando nossos corpos de aproximam,
são como fogo e gelo se atraindo.
Cada célula do meu corpo pulsa
com o calor exorbitante.
Cada centímetro da sua pele se arrepia
com o frio excessivo.
Dor e prazer chocando-se incessantemente
numa dança de vida e morte.
Sobre o chão inabitado do Planeta Vermelho,
nos amando a luz de estrelas, estrelas estilo cadente.
De todo meu ser, de toda minha existência,
agora, depois e sempre.
Nos amar no nosso universo,
no nosso mundinho particular.
Tempo e espaço, sem limites.
E voltando a nossa Terra,
a nossa linha do horizonte,
fronteira dos mundos.
Deixando para trás o vulto cor de vinho,
nosso ninho de amor.
Dentro de você, lembranças,
e de mim, esperanças.
O último olhar, não importa.
Você me fez feliz para minha eternidade.
A sinceridade está no brilho dos olhos,
nos seus olhos que brilham,
assim como as estrelas pelas quais caminhamos.